A redução das desigualdades e a luta por oportunidades para todos, sem diferença de gênero ou raça, tem sido bastante constante no movimento sindical, porém, ainda há muito a se fazer.
Ainda que o Brasil conte com maior parcela da população formada por pessoas negras, uma pesquisa divulgada pelo Dieese – Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, revela a desigualdade em números.

Os dados mostram que os trabalhadores negros possuem rendimentos menores se comparados com trabalhadores não negros. Enquanto mulheres não negras possuem rendimentos médios de R$ 2.660,00, as mulheres negras apresentam média de R$ 1.573,00.
A discrepância aparece também quando o assunto é proteção trabalhista. Segundo o levantamento, 45% dos trabalhadores negros encontram-se em atividades sem carteira assinada, ante 32% de trabalhadores não negros.

Diante dessa realidade e do preconceito que ainda é real, seguimos em frente na luta pela igualdade e por um País mais justo e humano.

#DiadaConscienciaNegra